Manaus/AM - Após identificar irregularidades nos pagamentos de indenizações em 2021, os conselheiros do Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM) reprovaram as contas da Maternidade Azilda da Silva Marreiro, resultando em multa de R$ 2,7 milhões para a ex-diretora da unidade à época, Patricia Cardoso Dias.
A decisão foi tomada na quarta-feira (28). De acordo com o TCE, a ex-gestora não apresentou documentação que comprovasse a execução dos pagamentos indenizatórios.
Em seu voto, o conselheiro-relator Fabian Barbosa também aplicou duas multas à então diretora, a primeira no valor de R$ 17 mil, devido a remessas extemporâneas ao TCE-AM dos demonstrativos mensais de fevereiro a outubro, além de dezembro de 2021; a outra multa, no valor de R$ 13,6 mil, levam em conta grave infração à norma legal ou regulamentar de natureza contábil, financeira.
A gestora terá 30 dias para efetuar o pagamento dos valores determinados ou para recorrer da decisão do TCE.

