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Sobre os erros do Portal do Holanda

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A ombudsman do Portal do Holanda, Elizabeth Vasconcelos, mostra os erros do dia a dia e faz observações importantes sobre a construção de frases:"Olha aí no teu texto: "Contrário à proposta, decidiu encarar Frota de frente...". Onde está a coisa engraçada? Exatamente em "encarar de frente". É possível encarar de trás?

Holanda, nada falarei sobre as demais notas, apenas nesta aí embaixo, porque se revela uma coisa até engraçada. Nessa mania lesa de ficar observando os escritos, dia desses conversei com uns colegas e eles concordaram e garantiram que nunca haviam percebido. Deve ser um vício de linguagem, ou um descuido mesmo.

Olha aí no teu texto: "Contrário à proposta, decidiu encarar Frota de frente...". Onde está a coisa engraçada? Exatamente em "encarar de frente". É possível encarar de trás? Não, certo? Encarar já está explícito: é olhar na cara, ou seja, encarar, entendeu?

Uma vez falei isso para um colega editor de jornal, incumbido de escrever o editorial naquele dia e, sabe-se lá o motivo, pediu minha opinião sobre o texto, a meu ver muito bom. Mas lá estava o famoso "é preciso encarar de frente". Depois da minha observação, começamos a rir e ele me disse que jamais havia prestado atenção nisso, pelo fato de ser uma express ão muito comum.

É isso, não tenho a pretensão de mudar nada. Aliás, poderias até consultar um professor de português, de repente existe justificativa, como por exemplo, dar mais ênfase à frase, sei lá. Até falam numa tal licença poética para justificar alguns deslizes gramaticais, etc.

Bom trabalho. 


Tayah se enrola todo

 
O presidente da Câmara Municipal, Isaac Tayah (PSD), ficou perdido em meio ao burburinho que envolveu a discussão do projeto do vereador Mário Frota (PSDB), que extingue o auxílio paletó. Contrário à proposta, decidiu encarar Frota de frente, mas se enrolou nos números. Contou 35 vereadores a favor e somente três contra. Mas dissidentes começaram a se manifestar e agora já há quem queira, como o vereador Paulo Nasser (PSC), cortar pela metade todas as “verbas” extra salário que os vereadores ganham.

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