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Sidney Leite apoia formação de uma Comissão Especial na ALEAM para avaliar problemas no sistema de distribuição de energia

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O deputado estadual Sidney Leite (DEM) solicitou à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM) que forme uma comissão de técnicos e de professores da Ufam e da UEA para acompanharem os problemas que estão afetando a Amazonas Energia. Segundo Leite, somente assim se poderia saber se o problema está instalado nas usinas de geração, ou na falta de capacidade de investimentos da empresa, que somente no ano de 2011 superou em R$ 5 bilhões sua previsão orçamentária.

Tão logo houve o apagão, o parlamentar disse que teve a preocupação de telefonar para a empresa e solicitar informações detalhadas sobre a falta de energia. Como resposta, ele obteve a informação de que até meados de 2013 os problemas enfrentados pela Amazonas Energia estarão solucionados, quando o Linhão de Tucuruí estiver funcionando. “Ora, esperar pelo Linhão em detrimento da matriz energética do gás, que temos em profusão, é um atestado de que existe alguma coisa não explicada à sociedade por trás de todos esses apagões”.

Sidney Leite lembrou que o ex-presidente Lula esteve no Amazonas para inaugurar a pedra fundamental para a exploração de gás natural em Urucu, sob a justificativa de que o gás será a matrtiz energética da geração de energia. “Se o problema não é de matriz energética, é de quê, então?”.

Sidney Leite afirmou que o impacto desses constantes apagões é muito forte na economia local. “Só a Moto Honda deixou de produzir 1,8 mil motos durante esse período da queda de energia”, disparou ele, ao dizer que se em Manaus a situação está dessa forma, “imaginem como está o interior do Estado, quando os apagões passaram a ser r uma constante na vida dos ribeirinhos”.

Na opinião do deputado, quando o Governo Federal anunciou o Linhão de Tucuruí, teve a sensação de que haveria uma real solução para os problemas energéticos da região, que atenderia aos municípios do Baixo Amazonas. “Mas hoje, infelizmente, os problemas do Baixo Amazonas continuam os mesmos, a falta de energia avança e o Linhão por lá não vai chegar”.

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