Os servidores do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE/AM) acusam a presidente Maria das Graças Figueiredo, de perseguição. De acordo com o Sindicato, a desembargadora teria determinado a suspensão do pagamento das horas extras realizadas pelos funcionários durante o processo eleitoral, sem uma justificativa plausível.
Elôngio Moreira, presidente do Sinjeam, afirma que foi perseguido por Graça Figueiredo quando os servidores realizaram uma greve em 2010. Ele estava à frente da mobilização e, por ter cargo comissionado, foi afastado.
O sindicato representou contra a presidente no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e no Tribunal de Contas da União (TCU), este último sob acusação de compras de equipamentos sem licitação.
