Manaus/AM - Os réus Janderson Cabral Cidade, 20, Lucas Lima, 35, e Davi Souza da Silva, 23, serão julgados no dia 3 de outubro pela morte do indígena Melquisedeque Santos do Vale, 20, o Mélqui, que levou um tiro na cabeça ao sofrer um assalto no ônibus 444, quando retornava do trabalho, em Manaus.
Melquisedeque era funcionário da Bemol e retornava para casa quando os réus Janderson, Lucas e Davi entraram no ônibus disfarçados de gari e anunciaram o assalto. Segundo a denúncia do Ministério Público do Amazonas (MP-AM), Lucas e Davi estavam ameaçando e recolhendo os pertences dos passageiros quando Janderson atirou na cabeça de Mélqui.
O jovem morreu no coletivo e os suspeitos obrigaram o motorista a fazer um desvio. O trio fugiu por uma área de mata na Avenida Santos Dumont, na zona Oeste de Manaus.

