Não é negócio para o Amazonas ter a reforma tributária fatiada. A afirmação é do secretário executivo da Sefaz, Thomas Nogueira. Ele avaliou que o melhor é que as pautas - de redução do Imposto sobre Cirulação de Mercadoria e Serviços nas operações entre Estados e cobrança do ICMS no destino - devem ser votadas em uma única vez. Caso sejam aprovadas, as reformas causariam prejuízos para o Polo Industrial de Manaus, que perderia um de seus incentivos, cerca de 30% em relação aos outros Estados.
