Médico, cientista e pesquisador João Bosco Botelho, 62 anos, é o primeiro otorrinolaringologista da América Latina com o título doutor “honoris causa” concedido esta semana pelo governo francês.
O professor de Medicina da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) chamou a atenção da comunidade científica internacional com o trabalho que está realizando no laboratório de biotecnologia da universidade sobre bócios, conhecido popularmente como papo (aumento do volume da tireóide).
“Identificamos em portador de bócio de grande volume que o problema não foi ocasionado só pela falta de iodo”, explica o professor referindo-se a principal causa do problema.
Na avaliação de Botelho, o reconhecimento do título “honoris causa”, em nível internacional, poderá impulsionar o cenário da medicina acadêmica local, ao fortalecer a comunidade científica do Estado. “Considero ter uma dívida com o Poder Público porque nunca gastei um tostão. Sou um produto do investimento do Estado na formação de valores, o que me dá certeza de que preciso continuar esse legado na UEA e no Adriano Jorge”, avalia o especialista em cirurgia de Cabeça e Pescoço prevendo que o título pode representar maior entusiasmo para os estudantes da área. “Apesar de ser um prêmio individual, o título é fruto de um trabalho coletivo”, defende o especialista.
Quem é João Bosco Lopes Botelho
Natural de Manaus, Amazonas. Graduou-se em medicina, em 1972, pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio). Fez doutorado em otorrinolaringologia e cirurgia cérvico-facial na Universidade de Paris VI Pierre et Marie Curie, em 1981, e pós-doutorado na Universidade de Paris VII Denis Diderot. Em 1999 obteve a livre-docência na Faculdade de Medicina de Valença. É professor de Medicina da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e da Universidade Federal do Amazonas (Ufam).
O professor de Medicina da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) chamou a atenção da comunidade científica internacional com o trabalho que está realizando no laboratório de biotecnologia da universidade sobre bócios, conhecido popularmente como papo (aumento do volume da tireóide).
“Identificamos em portador de bócio de grande volume que o problema não foi ocasionado só pela falta de iodo”, explica o professor referindo-se a principal causa do problema.
Na avaliação de Botelho, o reconhecimento do título “honoris causa”, em nível internacional, poderá impulsionar o cenário da medicina acadêmica local, ao fortalecer a comunidade científica do Estado. “Considero ter uma dívida com o Poder Público porque nunca gastei um tostão. Sou um produto do investimento do Estado na formação de valores, o que me dá certeza de que preciso continuar esse legado na UEA e no Adriano Jorge”, avalia o especialista em cirurgia de Cabeça e Pescoço prevendo que o título pode representar maior entusiasmo para os estudantes da área. “Apesar de ser um prêmio individual, o título é fruto de um trabalho coletivo”, defende o especialista.
Quem é João Bosco Lopes Botelho
Natural de Manaus, Amazonas. Graduou-se em medicina, em 1972, pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio). Fez doutorado em otorrinolaringologia e cirurgia cérvico-facial na Universidade de Paris VI Pierre et Marie Curie, em 1981, e pós-doutorado na Universidade de Paris VII Denis Diderot. Em 1999 obteve a livre-docência na Faculdade de Medicina de Valença. É professor de Medicina da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e da Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

