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Prefeito de Tapauá pede para ser investigado

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 O prefeito de Tapauá, Carlos Gonçalves da Silva (PMDB), esteve nesta quinta-feira na Superintendência da Polícia Federal, onde protocolou oficio pedindo que a PF investigue o inquérito policial instaurado pelo sargento da PM, Rildo da Costa,  , que envolveu seu nome ao tráfico de drogas e até pediu sua prisão.

Carlos Gonçalves e o autônomo Carlos Augusto Ferreira de Andrade, o “Carlinhos”, que o teria denunciado ao sargento da PM, também foram a Corregedoria Geral do Sistema de Segurança Pública, onde prestaram termo de declaração ao delegado Josué Rocha de Freitas.

Diante do delegado, Carlinhos, que é agente de viagem da Jamil-Tur, empresa que presta serviço a Tapauá, disse que dia 21, foi ao aeroporto receber as encomendas que chegavam de Manaus, em avião que de acordo com ele não era fretado.

“Entre as encomendas estava uma caixa de sapato endereça a uma moça de nome Fan. Ela foi pegar a encomenda e como esta a pagar R$ 30,00, ela disse que iria buscar o dinheiro então disse ela poderia ir a minha casa”, declarou, informando que antes de deixar o aeroporto um amigo de nome Gel, disse “Isso aí não é sapato é coisa errada”.

Carlinhos disse que foi para casa e lá abriu o pacote que continha apenas um sapato furado e várias trouxinhas enroladas em papel alumínio. “Era algo parecido com tabaco”, informou, afirmando que com medo de ir a polícia ligou para o comandante da aeronave, Jamil. “Ele mandou eu procurar uma autoridade e fui ao vereador Altevir. Ele disse que devia procurar o prefeito”, acrescentou.

Ele disse que foi ao prefeito e até de maneira inocente, resolveram atear fogo na encomenda. Diante dos fatos, o agente disse dois depois acabou intimado pelo sargento Rildo e foi a delegacia. Lá ele garantiu que não tinha escrivão e que lhe ouviu foi chefe do DP, o PM. “Em nenhum momento em fiz denúncia contra o prefeito e muito menos fui ameaçado por ele. Prestei depoimento ao sargento e ele se quer leu pra mim o que assinei”, afirmou.

Aluguel de carro

Para o prefeito Carlos Gonçalves, o problema com o sargento começou quando ele suspendeu o aluguel do Gol, cinza de placas NON 7549, dele para a prefeitura no valor de R$ 1 mil por mês.

“Disse ao sargento que devido ao décimo suspenderia o contrato, mas depois voltaria”, disse o prefeito, informando que quando foi intimado para ir a delegacia ao chegar para depor já estava indiciado pelo sargento Rildo, como acusado de tráfico.



Carlos Gonçalves, disse que resolveu vir a Manaus, esclarecer os fatos e procurador a Polícia Federal e a Secretaria de Segurança, que as acusações do sargento contra sua pessoa sejam esclarecidas com imparcialidade. “Nasci em Tapauá e lá sempre vivi a minha vida. Sou professor há mais de vinte anos e não posso deixar o sargento, ao qual não tenho nada contra, denegrir a minha imagem”, declarou.

O prefeito disse que a testemunha, que o delegado diz que o denunciou por tráfico, foi a corregedoria e declarou a um delegado de carreira que nunca disse que o a droga enviada na caixa de sapato tinha como destinatário o chefe do executivo.

“O Carlinhos disse que a e encomenda era para uma moça conhecida por Fan”, informou o prefeito, afirmando que o sargento mesmo diante das informações em nenhum momento as suas investigações procurou identificar quem seria a moça. “Não o alvo dele por problemas político era eu. Até as ameaças que o sargento dis

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