A Petrobras, a Transpetro, a Refinaria de Manaus (Reman) e o Sindicato do Comércio Varejista, Derivados de Petróleo não compareceram à audiência pública realizada na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (ALE-AM), criada para debater o preço abusivo dos combustíveis vendidos em Manaus.
O presidente da Comissão de Geodiversidade, Recursos Hídricos Minas e Energia da ALE-AM, deputado Sinésio Campos (PT), convocou nova reunião para o dia 2 de junho, às 14h, para dar a chance de as empresas prestarem os devidos esclarecimentos sobre o tema, caso contrário, solicitará pela primeira vez a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI).
“Nunca como parlamentar solicitei uma CPI. Nunca gostei da pirotecnia e do sensacionalismo criado em volta de uma comissão como essa. Mas, pode ser a primeira CPI da minha parlamentar caso neguem as informações. Não vamos sossegar enquanto não abrirmos essa caixa preta dos valores dos combustíveis”, disse Sinésio Campos.
Apenas a Companhia de Gás do Amazonas (Cigás) e a empresa exploradora de petróleo HRT compareceram ao evento. O Sindicato do Comércio Varejista, Derivados de Petróleo mandou um representante que saiu antes de começar. A Petrobras encaminhou justificativa de que a única pessoa que poderia falar pela empresa no Estado estava viajando. Já a Reman, não justificou sua ausência.
A gasolina em Manaus chegou a atingir no início de maio um valor de R$ 3,07, o litro, com menos de um mês antes do último que tinha elevado o preço da gasolina para R$ 2,89, o litro. Na última semana os preços dos combustíveis caíram, mas para o deputado Sinésio Campos ainda estão com valores muito altos, como nos postos da Zona Leste, que estão praticando valores de R$ 2,75 a R$ 2,80, por exempl

