A classe médida de Manaus irá se reunir amanhã, dia 29, para decidir sobre a possibilidade de paralisação ou o descredenciamento em massa dos profissionais. O presidente do Sindicato dos Médicos do Estado do Amazonas, Mário Vianna, aponta que os representantes dos planos de saúde, os donos de hospitais e o Ministério Público não se manifestaram sobre o pedido de reajuste, de acordo com a Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM). "Teríamos reunião com os dois, mas eles não apareceram. Isto só demonstra o desinteresse com a classe", afirmou.

