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Manaus tem obra emergencial em rua do Centro após erosão

Manaus tem obra emergencial em rua do Centro após erosão
Manaus tem obra emergencial em rua do Centro após erosão

Manaus/AM - Uma obra emergencial para recuperação de área afetada por erosão na rua Henrique Martins, entre a avenida Eduardo Ribeiro e rua Joaquim Sarmento, localizada no Centro. 

Técnicos da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf) estiveram no local e iniciaram o estudo do projeto. A ação também recebeu a visita de representantes da Defesa Civil Municipal.

Obras de contenção

Na rua Manoel Ribeiro, no Mauazinho, zona Leste, a Prefeitura de Manaus, por meio da Seminf, atua na construção de uma escada hidráulica para conter uma erosão com aproximadamente 45 metros de altura.  

Mais de 9 mil metros cúbicos de aterro foram utilizados; agora a escada hidráulica, com extensão de 80 metros, vai conter a força da água, para que possa escoar de forma correta. 

As 100 famílias que residem na área sofriam principalmente nos períodos de fortes chuvas com alagamentos e desmoronamento de alguns trechos. 

Segundo o engenheiro fiscal da obra, Edson Júnior, os serviços vão recuperar 100% da área para evitar que novas erosões aconteçam.

Nova Cidade

No bairro Cidade Nova, zona Norte, a Prefeitura de Manaus também recupera uma área de grande erosão na rua 197, conjunto Nova Cidade.

A erosão foi causada durante o forte período de chuvas na cidade, deixando o local com um declive acentuado, colocando em risco mais de 40 residências.  As obras também vão recuperar 100% da área, para evitar que novas erosões aconteçam.

Equipes da Seminf atuam na colocação de 700 metros quadrados de grama. Já foi realizado todo o dreno da grama em sete canaletas de coleta de água e todo o barro foi retirado para não ser acumulado. No local, a escada de 67 metros de extensão também já está concluída, e em breve a obra deve ser entregue aos moradores. 

A área será totalmente recuperada com cerca de 5 mil metros cúbicos de materiais e entregue aos moradores no prazo máximo de 90 dias, por conta da complexidade no local. A meta é que não haja risco de ocorrer uma nova erosão.

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