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Indústria do PIM quer desenvolver mais processos em Manaus

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Indústria do PIM quer desenvolver mais processos em Manaus
Indústria do PIM quer desenvolver mais processos em Manaus

Manaus/AM – O segmento eletroeletrônico foi o escolhido pela comitiva da alta gestão da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) para completar a agenda de visitação a empresas do Polo Industrial de Manaus (PIM) no mês de setembro. A Positivo Tecnologia recebeu os gestores da autarquia e apresentou seu portfólio de produtos fabricados tanto na Zona Franca de Manaus (ZFM) quanto em outras unidades da empresa no País, uma forma de demonstrar a inovação proposta pela marca. 

Produtos de alta tecnologia - alguns feitos sob demanda de clientes públicos e privados - e itens criados e fabricados para tornar o dia a dia da sociedade mais simples, prático e, ao mesmo tempo, mais conectado, foram listados pelos representantes da Positivo Tecnologia, dentre eles o diretor de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e Relações Governamentais, José Goutier Rodrigues, e o diretor industrial, Edson Toffoli. 

Além de circular pelas linhas de produção de notebooks e maquininhas de cartão de crédito, dentre outras, a equipe da Suframa acompanhou uma apresentação sobre o histórico da empresa, os projetos em desenvolvimento e as demandas que permitam à Positivo Tecnologia aperfeiçoar suas atividades fabris e avançar, possibilitando gerar mais postos de trabalho e melhor atender às exigências do mercado consumidor.

José Goutier destacou, ao longo da agenda, que a visão da empresa é buscar desenvolver cada vez mais processos no Polo Industrial de Manaus, sustentado nos pilares de Pesquisa & Desenvolvimento e no fomento à inovação por meio de startups. "Foi aqui (no PIM) que conseguimos nos implantar fortemente desde 2015 e os planos são os maiores possíveis", disse. 

O titular da Suframa agradeceu pelo empenho da Positivo Tecnologia em fortalecer suas atividades na Zona Franca de Manaus, declarou ter entendido o papel empreendedor da empresa na região e reforçou a necessidade de deixar um legado não apenas econômico, mas social. "E isso pode ser feito por meio do apoio ao turismo - com a possibilidade de abrir um centro de visitação na planta fabril local - e também com apoio a entidades sociais, dentre outras iniciativas", afirmou.

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