O relatório do Tribunal de Contas apontou que o baixo percentual de cobertura do aterro sanitário de Manaus "pode ser atribuído à deficiência na gestão da Semulps, que não elaborou um planejamento estratégico para a coleta seletiva". O TCE inspecionou o local entre os meses de maio e dezembro do ano passado. Em nota, a assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Limpeza Pública disse ainda estar no prazo de 60 dias para "estudar cada item apontado para responder ao Tribunal sobre as providências que serão tomadas".
Outros problemas relatados foram o sistema inadequado de armazenamento de resíduos orgânicos, falta de controle químico de emissões atmosféricas e ausência de monitoramento na mediçãoda concentração de gases.

