O Conselho Regional de Economia do Amazonas encerra amanhã as inscrições para a eleição do 1º Conselho Acadêmico de Economia do Amazonas. As inscrições podem ser feitas através da página no Facebook do Corecon/AM, onde o aluno deverá informar o nome completo e a instituição que estuda ou pelo contato nos telefones do Corecon/AM: 3622-7880 ou 3622-2826. A eleição de oito membros do conselho ocorrerá no dia 30 deste mês.
O Corecon/AM Acadêmico será formado por dois representantes de cada faculdade do Amazonas que possui o Curso de Ciências Econômicas em sua grade curricular. No Estado, quatro têm o curso: Centro Universitário de Ensino Superior do Amazonas, Centro Universitário do Norte, Universidade do Estado do Amazonas e Universidade Federal do Amazonas.
Segundo o presidente do Corecon/AM, Marcus Evangelista, a ideia do Conselho Acadêmico é criar discussões em torno de propostas que contribuam para a formação dos futuros economistas no que diz respeito à grade curricular e à estrutura das instituições de ensino.
“Os conselheiros acadêmicos terão a função de representar os interesses dos estudantes junto à entidade, como, por exemplo, as deficiências disciplinares, que serão analisadas em reuniões pelo Corecon/AM”, explicou Evangelista.
Coordenadores
Para o coordenador do curso de Ciências Econômicas do Ciesa, Samuel Appenzelle, a participação dos estudantes de Economia junto ao Corecon/AM é essencial. “Sabemos que os acadêmicos de hoje são os futuros economistas do nosso amanhã e que irão perpetuar o trabalho do Corecon/AM no desenvolvimento socioeconômico do Amazonas”, afirmou.
Antônio Germano Gadelha, coordenador do curso de Economia no Uninorte, defendeu que a oportunidade de formação de um Conselho Acadêmico oferece aos estudantes de Ciências Econômicas do Amazonas a oportunidade de fortalecer a qualidade dos futuros profissionais.
“A iniciativa do Corecon/AM em realizar essa eleição é algo motivador, não apenas para os estudantes, mas para toda a entidade. Estamos presenciando um ótimo momento na formação dos economistas”, concluiu o professor.

