O Governador Omar Aziz decidiu ajudar o Tribunal de Justiça a sair da crise financeira, que resultou, semana passado, no anúncio de fechamento de 35 comarcas no interior do Amazonas. Com a decisão do governador, anunciada em reunião fechada com a cúpula do Judiciário, o tribunal adiará a proposta de "desativar" as comarcas, segundo anunciou ontem o desembargador João Simões.
— Eu já disse ao desembargador João Simões que estou aberto à discussão. Não há problemas comigo. É lógico que nós vivemos um momento em que o Estado fez um aumento de repasse ao TJAM, mas só isso não está contemplando as demandas que o tribunal tem. Eu vou pedir para conversarmos novamente, eu e o desembargador-presidente.
— Estou saindo daqui muito alegre pelo resultado da reunião com o governador, que demonstrou boa vontade em buscar uma equação para o problema – festejou o conselheiro do CNJ, Milton Nobre, que participou da reunião com Omar. O presidente João Simões também disse que saia da reunião com o “fôlego renovado”. De acordo com o presidente, a conversa com o governador e com o secretário foi muito proveitosa. “A vinda do CNJ ao Amazonas foi fundamental. Sem essa parceria seria muito difícil chegar até aqui”, garantiu Simões, afirmando que tem uma dívida de gratidão com o conselheiro Milton Nobre.
— Eu já disse ao desembargador João Simões que estou aberto à discussão. Não há problemas comigo. É lógico que nós vivemos um momento em que o Estado fez um aumento de repasse ao TJAM, mas só isso não está contemplando as demandas que o tribunal tem. Eu vou pedir para conversarmos novamente, eu e o desembargador-presidente.
— Estou saindo daqui muito alegre pelo resultado da reunião com o governador, que demonstrou boa vontade em buscar uma equação para o problema – festejou o conselheiro do CNJ, Milton Nobre, que participou da reunião com Omar. O presidente João Simões também disse que saia da reunião com o “fôlego renovado”. De acordo com o presidente, a conversa com o governador e com o secretário foi muito proveitosa. “A vinda do CNJ ao Amazonas foi fundamental. Sem essa parceria seria muito difícil chegar até aqui”, garantiu Simões, afirmando que tem uma dívida de gratidão com o conselheiro Milton Nobre.
