O Diário Oficial da União publicou nesta segunda-feira (16) a portaria ministerial nº. 575 de 13 de maio de 2011 assinada pelo Ministro da Educação, Fernando Haddad, credenciando o Centro Universitário Nilton Lins à Universidade, após aprovação unânime pelo Conselho Nacional de Educação (CNE).
A homologação foi o passo final de um processo que teve início em 2005 e ao longo deste período, vários conselheiros do CNE visitaram a instituição e acompanharam o seu desenvolvimento.
“Uma conquista que nos enche de orgulho”, assim define a magnífica reitora da Universidade Nilton Lins, GISÉLLE VILELA LINS MARANHÃO. “Naturalmente esta conquista deve-se ao esforço de cada um, individualmente, e de todos, no coletivo. Somos amazônidas por Missão e, nestes 23 anos, promovemos conhecimento enquanto geramos centenas de milhares de oportunidades, comemora.
Segundo a magnífica reitora, funcionários, alunos e professores fizeram um esforço conjunto, ao longo destes 23 anos, para que fosse alcançada essa conquista. “É com enorme orgulho que, dentro e fora dos nossos muros, estaremos mais prontos para transformar a história de nossa terra” destaca.
Início do processo
As Faculdades Nilton Lins transformaram-se em Centro Universitário em 1999, sendo recredenciada por 10 anos em 2003. No ano de 2005, a instituição solicitou a transformação em Universidade . No dia 11 de novembro de 2010, o CNE aprovou por unanimidade a transformação do Centro Universitário Nilton Lins em UNIVERSIDADE.
O Conselheiro relator foi o Dr. Paulo Monteiro Vieira Braga Barone que é vice-presidente da Câmara de Ensino Superior. Em seu parecer, o relator destacou a consolidação da graduação e a importância de cursos inéditos no Amazonas, a empregabilidade e a relação com o setor produtivo, além de um conjunto de indicadores de qualidade que fazem com que todos os cursos de graduação ofertados pela UniNilton Lins sejam reconhecidos pelo MEC, ou em processo de reconhecimento.
A pós-graduação foi o elemento, na avaliação do relator, que contribuiu substancialmente para que a universidade se tornasse realidade. Nos últimos cincos ano, ouve a oferta regular de três cursos de mestrados e mais três de Doutorado, avaliados positivamente pela Capes e conhecidos pelo CNE (Conselho Nacional de Educação).
Entre eles, mestrado acadêmico em Biologia Urbana, Mestrado Profissional em Biologia Urbana, Mestrado e Doutorado em Aquicultura, Doutorado em Biologia Urbana e Doutorado em Ensino de Ciências e Matemática – este último em rede coma REAMEC (Rede de Ensino de Ciências em Matemática, abrangendo a Amazônia.
Logística
A logística empreendida pela equipe de colaboradores foi alicerçada na pesquisa científica, ancorada, de acordo com o parecer do professor Barone, em um grupo de doutores altamente competitivos, em 13 grupos de pesquisas cadastrados no CNPq, em publicações de revistas nacionais e internacionais de alto impacto, em um programa de iniciação científica com 12 laboratórios exclusivos para a pesquisa, mais uma fazenda experimental e um fragmento de floresta.
O parecer também destaca a representatividade em programas governamentais a exemplo do Prêmio Samuel Benchimol, RedeNorte de Biotecnologia, Renaesp –Rede Nacional de Segurança Pública e a participação em órgão de fomento que permitiram o equipamento dos laboratórios e o desenvolvimento das pesquisas (CNPq, Fapeam, Basa, Capes, Empresas privadas). A extensão, na avaliação do conselheiro, contribuiu para que a missão institucional de Educar a Amazônia mantivesse sempre uma atuação socialmente res
A homologação foi o passo final de um processo que teve início em 2005 e ao longo deste período, vários conselheiros do CNE visitaram a instituição e acompanharam o seu desenvolvimento.
“Uma conquista que nos enche de orgulho”, assim define a magnífica reitora da Universidade Nilton Lins, GISÉLLE VILELA LINS MARANHÃO. “Naturalmente esta conquista deve-se ao esforço de cada um, individualmente, e de todos, no coletivo. Somos amazônidas por Missão e, nestes 23 anos, promovemos conhecimento enquanto geramos centenas de milhares de oportunidades, comemora.
Segundo a magnífica reitora, funcionários, alunos e professores fizeram um esforço conjunto, ao longo destes 23 anos, para que fosse alcançada essa conquista. “É com enorme orgulho que, dentro e fora dos nossos muros, estaremos mais prontos para transformar a história de nossa terra” destaca.
Início do processo
As Faculdades Nilton Lins transformaram-se em Centro Universitário em 1999, sendo recredenciada por 10 anos em 2003. No ano de 2005, a instituição solicitou a transformação em Universidade . No dia 11 de novembro de 2010, o CNE aprovou por unanimidade a transformação do Centro Universitário Nilton Lins em UNIVERSIDADE.
O Conselheiro relator foi o Dr. Paulo Monteiro Vieira Braga Barone que é vice-presidente da Câmara de Ensino Superior. Em seu parecer, o relator destacou a consolidação da graduação e a importância de cursos inéditos no Amazonas, a empregabilidade e a relação com o setor produtivo, além de um conjunto de indicadores de qualidade que fazem com que todos os cursos de graduação ofertados pela UniNilton Lins sejam reconhecidos pelo MEC, ou em processo de reconhecimento.
A pós-graduação foi o elemento, na avaliação do relator, que contribuiu substancialmente para que a universidade se tornasse realidade. Nos últimos cincos ano, ouve a oferta regular de três cursos de mestrados e mais três de Doutorado, avaliados positivamente pela Capes e conhecidos pelo CNE (Conselho Nacional de Educação).
Entre eles, mestrado acadêmico em Biologia Urbana, Mestrado Profissional em Biologia Urbana, Mestrado e Doutorado em Aquicultura, Doutorado em Biologia Urbana e Doutorado em Ensino de Ciências e Matemática – este último em rede coma REAMEC (Rede de Ensino de Ciências em Matemática, abrangendo a Amazônia.
Logística
A logística empreendida pela equipe de colaboradores foi alicerçada na pesquisa científica, ancorada, de acordo com o parecer do professor Barone, em um grupo de doutores altamente competitivos, em 13 grupos de pesquisas cadastrados no CNPq, em publicações de revistas nacionais e internacionais de alto impacto, em um programa de iniciação científica com 12 laboratórios exclusivos para a pesquisa, mais uma fazenda experimental e um fragmento de floresta.
O parecer também destaca a representatividade em programas governamentais a exemplo do Prêmio Samuel Benchimol, RedeNorte de Biotecnologia, Renaesp –Rede Nacional de Segurança Pública e a participação em órgão de fomento que permitiram o equipamento dos laboratórios e o desenvolvimento das pesquisas (CNPq, Fapeam, Basa, Capes, Empresas privadas). A extensão, na avaliação do conselheiro, contribuiu para que a missão institucional de Educar a Amazônia mantivesse sempre uma atuação socialmente res
