Após a participação dos artesãos amazonenses nas Feiras Internacionais de Firenze, na Itália, e Lisboa, em Portugal, os quais participaram do Programa Artesanato Sustentável do Amazonas, do Governo do Estado, por meio da Empresa Estadual de Turismo do Amazonas (AMAZONASTUR), afirmaram que valeu a pena dedicar um tempo extra para participar das oficinas promovidas pelo Programa.
Foram horas dentro de salas de aulas, longe dos filhos e muitas vezes perdendo algum dinheiro extra para aprender novas técnicas com o objetivo de aprimorar cada vez mais os trabalhos artesanais. "O tempo que passamos nas salas de aula poderíamos estar perto dos nossos filhos, cuidando dos nossos maridos ou da casa, mas acreditamos no programa e nunca pensei que eu poderia sair de São Gabriel da Cachoeira para vender meu artesanato fora do Brasil", disse a artesã Gilda Saraiva.
A artesã manauense Rosineide Santos Silva, que também esteve em Lisboa na última semana, disse os europeus estão encantados com os trabalhos dos amazonenses. "Antes de comprar as peças eles ficavam o tempo todo elogiando o nosso trabalho e faziam várias perguntas do processo produtivo que fazíamos aqui no Amazonas".
As duas artesãs participaram da Feira Internacional de Artesanato (FIL), de Lisboa, que ocorreu do dia 28 de junho a 06 de julho. "Esse Programa tem como foco oportunizar aos artesãos amazonenses a geração de renda e a melhoria na qualidade de vida, atendendo a determinação do Governador Omar Aziz", destacou a presidente da AMAZONASTUR, Oreni Braga.
Só em Lisboa, segundo as próprias artesãs, a comercialização das peças artesanais teve um resultado de R$ 17 mil. "Vale lembrar que não vendemos apenas as nossas peças, vendemos os trabalhos dos outros artistas de todos os municípios que participaram do programa", assegurou Rosineide.
De acordo com Oreni Braga, na Mostra Internacional de Artesanato de Firenze, na Itália (em maio), os artesãos chegaram a negociar cerca de R$ 14 mil em peças. "O bom disso tudo é que os próprios artesãos vendem os produtos, evitando assim o papel do atravessador, é por isso, que sempre levamos dois artistas para cada feira", completou.
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Foram horas dentro de salas de aulas, longe dos filhos e muitas vezes perdendo algum dinheiro extra para aprender novas técnicas com o objetivo de aprimorar cada vez mais os trabalhos artesanais. "O tempo que passamos nas salas de aula poderíamos estar perto dos nossos filhos, cuidando dos nossos maridos ou da casa, mas acreditamos no programa e nunca pensei que eu poderia sair de São Gabriel da Cachoeira para vender meu artesanato fora do Brasil", disse a artesã Gilda Saraiva.
A artesã manauense Rosineide Santos Silva, que também esteve em Lisboa na última semana, disse os europeus estão encantados com os trabalhos dos amazonenses. "Antes de comprar as peças eles ficavam o tempo todo elogiando o nosso trabalho e faziam várias perguntas do processo produtivo que fazíamos aqui no Amazonas".
As duas artesãs participaram da Feira Internacional de Artesanato (FIL), de Lisboa, que ocorreu do dia 28 de junho a 06 de julho. "Esse Programa tem como foco oportunizar aos artesãos amazonenses a geração de renda e a melhoria na qualidade de vida, atendendo a determinação do Governador Omar Aziz", destacou a presidente da AMAZONASTUR, Oreni Braga.
Só em Lisboa, segundo as próprias artesãs, a comercialização das peças artesanais teve um resultado de R$ 17 mil. "Vale lembrar que não vendemos apenas as nossas peças, vendemos os trabalhos dos outros artistas de todos os municípios que participaram do programa", assegurou Rosineide.
De acordo com Oreni Braga, na Mostra Internacional de Artesanato de Firenze, na Itália (em maio), os artesãos chegaram a negociar cerca de R$ 14 mil em peças. "O bom disso tudo é que os próprios artesãos vendem os produtos, evitando assim o papel do atravessador, é por isso, que sempre levamos dois artistas para cada feira", completou.
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