O deputado estadual José Ricardo apresentou na manhã desta quinta-feira na Assembleia Legislativa do Estado requerimento convocando os representantes da Fundação Muraki e da Universidade do Estado do Amazonas para explicar suposto esquema de desvios de recursos públicos, que totalizam cerca de R$ 50 milhões, por meio de contratos publicitários envolvendo as duas instituições, bem como as empresas Jobast Produções Cinematográficas e o Sistema de Comunicação Sol, essa última suspeita de funcionar apenas “de fachada”.
Ontem a Polícia Federal deflagrou a “Operação Sol Dourado”, para cumprir seis mandados de busca e apreensão nos escritórios da Jobast, da Fundação Muraki e do Sistema de Comunicação Sol. Desses locais, foram apreendidas 18 notas fiscais de acordo com a polícia todas frias.
“A princípio, estamos convocando esses representantes para esclarecerem essas denúncias. Se a Polícia Federal fez apreensões, é porque já existe uma investigação com indícios de irregularidades. E, caso não haja um esclarecimento satisfatório, esta Casa deve fazer uma investigação, por meio de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito), que tem instrumentos necessários para esclarecer esses fatos”.
Ele também citou outros dois casos que clamam por investigação e ações efetivas e de fiscalização por parte do poder público: R$ 80 milhões possivelmente desviados por 15 construtoras da cidade, devido a pendências relacionadas à compra e venda de imóveis, resultando na deflagração da “Operação Pirâmide”, da Delegacia da Receita Federal; e suposta má aplicação de recursos públicos, por conta de contratos entre a Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) e a Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação (Fucapi).
“Não podemos ficar omissos diante de três grandes casos de desvio de recursos públicos. É dinheiro que sempre falta para aplicar na educação, na saúde e na segurança pública, por exemplo”, declarou o deputado.
Ontem a Polícia Federal deflagrou a “Operação Sol Dourado”, para cumprir seis mandados de busca e apreensão nos escritórios da Jobast, da Fundação Muraki e do Sistema de Comunicação Sol. Desses locais, foram apreendidas 18 notas fiscais de acordo com a polícia todas frias.
“A princípio, estamos convocando esses representantes para esclarecerem essas denúncias. Se a Polícia Federal fez apreensões, é porque já existe uma investigação com indícios de irregularidades. E, caso não haja um esclarecimento satisfatório, esta Casa deve fazer uma investigação, por meio de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito), que tem instrumentos necessários para esclarecer esses fatos”.
Ele também citou outros dois casos que clamam por investigação e ações efetivas e de fiscalização por parte do poder público: R$ 80 milhões possivelmente desviados por 15 construtoras da cidade, devido a pendências relacionadas à compra e venda de imóveis, resultando na deflagração da “Operação Pirâmide”, da Delegacia da Receita Federal; e suposta má aplicação de recursos públicos, por conta de contratos entre a Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) e a Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação (Fucapi).
“Não podemos ficar omissos diante de três grandes casos de desvio de recursos públicos. É dinheiro que sempre falta para aplicar na educação, na saúde e na segurança pública, por exemplo”, declarou o deputado.
