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Doll, Kitten e Bryn, americanas de Massachusetts, viviam juntas desde 2011 e, em 2013, resolveram oficializar a união. Todas usaram vestidos brancos e foram levadas ao altar por seus pais, em uma cerimônia com visual tradicional. Mas a história só foi divulgada agora que elas esperam seu primeiro bebê. Os planos são ter mais duas crianças.
Considerado normal no poliamorosos são homens manterem relacionamento com várias mulheres. A novidade é a mulher ser o centro desse relacionamento.
Até hoje esses relacionamentos não eram oficializados e nem todas as partes tinham os mesmos diretos. E não é uma questão financeira. É questão de poder ser acompanhante no hospital quando o outro fica doente, por exemplo. É questão de ter legalizada uma união importante. É apenas ter os mesmos direitos que todo mundo.

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No Brasil, em 2012, a união de um homem e duas mulheres que viviam juntos em Tupã, interior de São Paulo, foi oficializada. A tabeliã que lavrou o documento explicou que só poderia se negar a isso se encontrasse algo na lei que justificasse a ação. E não há nada na lei que impeça esse tipo de relacionamento.
O argumento das entidades que questionaram a legalidade do casamento triplo foi de que isso não é algo comum em nossa cultura. Bom, a cultura é um conjunto de regras sociais que se transformam constantemente. Talvez esses casos sejam um aviso de que as coisas estão mudando e que os direitos não são apenas para pessoas com as quais a sociedade inteira concorda com a relação, os direitos são para todos.
Se tem amor, se todos estão felizes, qual é mesmo o problema?

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