A investigação sobre a morte de Hayden Panettiere ganhou um novo desdobramento nos Estados Unidos. A Agência Antidrogas dos EUA (DEA) passou a analisar mensagens atribuídas à atriz, nas quais haveria conversas relacionadas à obtenção de comprimidos por meio de um possível fornecedor de drogas. As informações são do TMZ e do Page Six.
O conteúdo das mensagens está sendo examinado para determinar se Hayden teve acesso a medicamentos controlados de maneira irregular. Uma fonte afirmou ao TMZ que há um volume significativo de conversas envolvendo drogas, mas a identidade da pessoa que teria fornecido os comprimidos não foi divulgada.
A possibilidade de envolvimento de oxicodona com fentanil também está entre os pontos analisados pelas autoridades. Hayden morreu aos 36 anos, em 16 de agosto, na Carolina do Sul. A confirmação sobre a presença e a eventual participação dessas substâncias depende dos resultados da autópsia e dos exames toxicológicos.
Como parte das diligências, agentes da DEA estiveram na residência da atriz, em Los Angeles, em 25 de agosto, com o objetivo de encontrar medicamentos sujeitos a controle que possam ter sido adquiridos ilegalmente, além de outras substâncias.
A análise das mensagens, da perícia e dos exames toxicológicos deve ajudar as autoridades a esclarecer as circunstâncias da morte e determinar se haverá novas medidas no caso.



Aviso