Após ser acusada de transfobia ao criticar sobre banheiro unissex nos Estados Unidos, Joana Prado se defendeu das acusações nesta quarta-feira (20).
Em um vídeo publicado no Instagram, a ex-Feiticeira explica que em momento algum questionou a escolha sexual de alguém, e que a preocupação foi com a segurança das filhas de ter que dividir um banheiro público com homens, correndo o risco de serem molestadas ou estupradas.
"Não devo satisfação para ninguém. Aprendi que é muito mais importante viver de valores do que de preferências. Mas não posso admitir que a minha mensagem seja distorcida. O vídeo jamais teve a intenção de ser transfóbico ou homofóbico. Em momento algum eu questiono a sua escolha sexual", iniciou.
"A minha empresa aqui nos EUA é uma companhia inclusiva, uma das minhas coachs é gay. Tenho diversos amigos gays, inclusive, tenho na minha família um trans, que amo de paixão. A minha mensagem está longe de ser contra essas pessoas. O fato de seu ser cristão, não me dá nunca o direito de fazer isso, porque o meu Jesus é um pai que ama, que respeita e jamais aponta o dedo".
Em seguida, ela explicou sobre a segurança das filhas adolescentes: "A minha mensagem é de uma mãe preocupada com a segurança das suas filhas, pelo fato de elas poderem estar dividindo um banheiro público com um homem e correndo o risco de serem molestadas ou até mesmo estupradas. Minha luta é contra a pedofilia, o abuso e a violência sexual. Não posso admitir que as minhas filhas, de 12 e 13 anos, corram esses risco. A minha luta é para que, juntos, a gente consiga evitar que isso continue acontecendo".


