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A equipe do CQC está barrada de fazer perguntas para os jogadores e comissão técnica durante coletivas da Copa do Mundo.
Felipe Andreoli, escalado para cobrir o cotidiano da Seleção Brasileira, falou sobre a determinação. "Segundo nos foi passado, programas que não são jornalísticos não perguntam na coletiva".
"A tentativa aqui vai ser na base do meu bom relacionamento com os jogadores. Tenho boa amizade e conheço bem a maioria deles. O CQC seria ainda mais barrado se fosse outro repórter", disse Felipe.
O Pânico na Band também é um dos programas que ficarão de fora das coletivas.
Rodrigo Paiva, assessor da CBF, falou a respeito do veto. "O CQC foi credenciado pela CBF. Eles têm o mesmo acesso que 1900 jornalistas credenciados por nós até agora tem. Eles inclusive participam das entrevistas coletivas, apenas não fazem perguntas a pedido da própria imprensa, principalmente aqueles que transmitem nossas coletivas ao vivo, porque o foco desses programas é outro. Por diversas vezes no passado essa convivência entre eles, infelizmente para nós, se mostrou inviável. Não foram poucas as vezes em que a CBF foi criticada por permitir certas 'brincadeiras' durante as entrevistas ao vivo", explicou.

