Apesar da vocação natural para análises de etanol de segunda geração, a partir do bagaço da cana-de-açúcar, o laboratório pode servir para pesquisas de diversas áreas, como de alimentos, biologia e química. "A unidade, certamente, será muito útil a todos aqueles que precisarem fazer caracterização de sólidos", afirma a professora Maria Aparecida Silva, uma das idealizadoras do projeto.
A Shell investiu R$ 6 milhões só na construção do prédio e na compra de equipamentos. A Unicamp cedeu o terreno, a infraestrutura urbana e o sistema de comunicação. O laboratório começa a funcionar em dezembro e entra em operação plena em março. As tratativas para pesquisa colaborativa entre Unicamp e Shell começaram em 2007. A construção do laboratório foi apresentada em 2008 para a Agência Nacional do Petróleo (ANP), que pela lei fiscaliza as pesquisas realizadas pelas companhias exploradoras.
