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'Ficando para trás', diz Nalbert após Brasil deixar Tóquio sem medalha no vôlei de praia

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - Com a eliminação de Alison e Álvaro no vôlei de praia, nesta terça-feira (3, horário de Brasília), o Brasil já não tem mais chances de medalha na modalidade nas Olimpíadas —é a primeira que isso acontece desde a inclusão do esporte nos Jogos, em 1996.

Nalbert, ex-capitão da seleção masculina de vôlei, cobrou atenção e revisão dos processos. "Vôlei de praia sem medalhas na Olimpíada pela primeira vez! O resultado ruim do vôlei de praia não é por acaso. (...) Há de se ter humildade e rever todo o processo! Estamos ficando para trás...", disse o campeão olímpico em Atenas-2004, que atuou na praia depois de deixar as quadras.

O vôlei de praia estreou nas Olimpíadas de Atlanta-1996. Jacqueline Silva e Sandra Pires levaram o ouro, e Adriana Samuel e Mônica Rodrigues, a prata, em final totalmente brasileira. Com as eliminações de Ana Patrícia e Rebecca e de Ágatha e Duda em Tóquio, será a primeira vez que o país não contará com uma dupla feminina medalhista desde os Jogos de Pequim, em 2008.

Entre os homens, com as eliminações de Evandro e Bruno Schmidt e de Alison e Álvaro Filho, o Brasil ficará sem medalhas após 21 anos. O país sobe no pódio masculino desde 2000, em Sydney, com direito a dobradinhas como a prata de Márcio e Fábio e o bronze de Ricardo e Emanuel nas Olimpíadas de Pequim-2008. Alison foi campeão ao lado de Schmidt na Rio-2016.

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