O Ministério Público de Goiás (MP-GO) identificou várias estratégias utilizadas pelo grupo criminoso que fraudava em apostas esportivas. Além de robôs, os criminosos aproveitavam contas de terceiros e usavam “laranjas” para receber os valores.
De acordo com o MP, uma das estratégias incluía gerir as apostas com robôs -- ferramentas de inteligência artificial treinadas para realizar tarefas.
Com isso, garantiam várias apostas simultâneas com o mesmo conjunto de lances, reduzindo o risco de identificação da fraude. Em média, o valor de retorno de cada conta era de R$ 500. Os valores somados das apostas das contas chegavam a até R$ 300 mil por jogo.
Além disto, para manter o esquema sem chamar a atenção da casa de apostas com valores altos em apostas únicas, eles precisavam de várias contas. Para isso, uma das estratégias incluía gerir as apostas com robôs -- ferramentas de inteligência artificial treinadas para realizar tarefas.
Outra estratégia utilizada pelos acusados era a utilização de laranjas para receber valores.


