O Barcelona admitiu que contratou Neymar por 10 milhões de euros, antes do tempo permitido pela Fifa. Em depoimento, o presidente do clube, Josep Maria Bartolomeu e o ex-presidente Sandro Rosell confirmaram que o acordo foi assinado pelo brasileiro em 2011.
O problema é que a Fifa só autoriza este tipo de transição, há seis meses do fim do contrato com o clube atual. Em depoimento, Rosell contou que a negociação foi autorizada pelo presidente dos Santos, Luis Alvaro de Oliveira, que morreu em 2016.
Ele revelou ainda que o pai de Neymar foi quem acertou todos os detalhes da transação e pediu o valor de 10 milhões de euros como uma espécie de “sinal” pelo craque. A quantia teria sido paga pelo Barça como forma de garantir a posse do jogador já que outros clubes também estavam interessados nele.
A polêmica foi encerrada após o clube fazer um acordo com a justiça espanhola e pagar multa de 6 milhões de euros. Até então todas as partes envolvidas, inclusive Neymar (pai), negavam a acusação. Os detalhes sobre a história começaram a vir a público esta semana quando o site Globoesporte teve acesso as gravações e transcrições dos depoimentos.

