Manaus/AM - A atitude de alguns mesários deixou eleitores intrigados na manhã de votação deste domingo (15), no colégio Lato Sensu, unidade Adrianópolis, zona Centro-Sul da cidade.
Conforme denúncia de uma eleitora chamada Margarete, após finalizar a votação na urna na seção 728, e se direcionar para assinar o seu nome no caderno, a mesária disse que "não precisava" porque "não é obrigatório" assinar. Em seguida, a eleitora pediu o comprovante de votação, e, novamente, a mesária afirmou que não era obrigatório.
O mesmo aconteceu com outra eleitora chamada Mônica. Ela afirmou que foi à mesma seção, e que lá, falaram que não era obrigatório assinar o nome no caderno de votação.
Os eleitores que passaram pela situação esperam que o Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas tome uma atitude para evitar a possibilidade de haver interferência no resultado das eleições.
Algumas regras mudaram neste ano, mas assinatura é necessária
A votação neste ano tem alguns cuidados devido à pandemia da Covid-19. É recomendado que se leve a própria caneta para assinar no caderno de votação, que é necessária. A assinatura do caderno de votação poderá ser auditada para confirmar sua autenticidade.
O comprovante de voto, no entanto, é opcional. Caso o eleitor solicite, deverá ser entregue. A outra opção é solicitar a emissão gratuita da certidão de quitação eleitoral por meio do site do TSE.
Outros cuidados serão o uso obrigatório de máscara. Além disso, a identificação biométrica não acontecerá. O eleitor deve apresentar o documento oficial com foto a 1 metro de distância do mesário, ou mostrar o título eletrônico através do app e-Título.

