O setor de veículos automotores também mostrou novo fôlego, com alta de 1,7%. É o melhor resultado desde abril, quando a produção aumentou 8,7%. O avanço, contudo, não é suficiente para compensar a redução registrada em julho ante junho, de 7,6%.
Os setores de máquinas e equipamentos (+1,2%), vestuário e acessórios (+7,2%), edição, impressão e reprodução de gravações (+2,1%) e metalurgia básica (+1,0%) também indicaram recuperação ante o mês de julho, quando haviam sofrido queda na produção.
Entre as 11 atividades que reduziram a produção em agosto, o desempenho da indústria farmacêutica é destacado pelo IBGE, com retração de 5,6%. A perda acumulada em julho e agosto é de 18,8%. Houve quedas também nos setores de bebidas (-3,1%), de outros equipamentos de transporte (-3,7%), de perfumaria, sabões, detergentes e produtos de limpeza (-5,1%) e de fumo (-7,7%).
A indústria têxtil foi o único setor que registrou estabilidade na produção em agosto ante julho. Em instantes, o gerente da pesquisa André Luiz Macedo, da coordenação de Indústria do IBGE, vai comentar os resultados.



