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Presidente da OAB-RJ defende direito à manifestação

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RIO - A Ordem dos Advogados do Brasil do Rio de Janeiro (OAB-RJ) afirmou em nota que repudia “veementemente” a ação da Polícia Militar contra os manifestantes que participavam do principal ato da greve geral no Rio de Janeiro, na Cinelândia, na noite desta sexta-feira. O ato, que começou por volta das 18h, ocorria pacificamente até que os policiais - que já haviam dispersado a multidão da praça mais cedo - retornaram com bombas de efeito moral e balas de borracha.

“Nada justifica a investida, com bombas e cassetetes, contra uma multidão que protestava de modo pacífico. Se houve excessos por parte de alguns ativistas, a Polícia deveria tratar de contê-los na forma da lei. Mas o ataque com métodos de tocaia e a posterior perseguição por vários bairros a pessoas que tão-só exerciam seu direito à manifestação representa grave atentado à Constituição e ao Estado democrático de Direito.”

Segundo a nota, o Brasil já viveu um regime autoritário e, portanto, não pode permitir “qualquer ensaio de retorno a aqueles tempos sombrios. É o alerta que a OAB/RJ, em seu papel institucional, faz nesse preocupante momento de nossa história. Democracia, sempre”, finalizou a nota.

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