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Lucro da Nutrien sobe 631% no 1º trimestre, a US$ 139 milhões

Estadão

A companhia canadense de fertilizantes Nutrien obteve lucro líquido de US$ 139 milhões (US$ 0,27 por ação) no primeiro trimestre de 2026, disse a empresa na quarta-feira, 6, depois do fechamento do mercado financeiro. O resultado representa aumento de 631% ante igual período do ano passado, quando a companhia lucrou US$ 19 milhões (US$ 0,02 por ação). Em termos ajustados, o lucro por ação aumentou de US$ 0,11 para US$ 0,51 no mesmo intervalo.

A receita líquida cresceu 18,5%, totalizando US$ 6,05 bilhões. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado foi de US$ 1,1 bilhão, aumento de 29,7% na comparação anual.

A Nutrien disse em comunicado que registrou volumes recordes de vendas de potássio e desempenho mais forte nos segmentos de nitrogênio e varejo no primeiro trimestre. "Aumentamos a produção de nossos ativos de baixo custo na América do Norte e posicionamos nossa cadeia de suprimentos para atender nossos clientes de forma confiável em meio ao aperto nos fundamentos globais de oferta e demanda de fertilizantes", comentou o CEO da Nutrien, Ken Seitz, referindo-se aos efeitos do conflito no Oriente Médio.

As vendas da divisão de varejo aumentaram 18%, para US$ 3,64 bilhões. O Ebitda ajustado do segmento subiu 135%, a US$ 108 milhões, com maiores volumes de vendas de nutrientes e margens brutas mais fortes em produtos proprietários nos EUA e na Austrália, disse a companhia.

Já o segmento de potássio teve receita de US$ 926 milhões, aumento de 24%. O Ebitda ajustado cresceu 30%, para US$ 578 milhões. Em nitrogênio, a receita aumentou 15%, para US$ 1,014 bilhão, enquanto o Ebitda ajustado subiu 19%, para US$ 482 milhões, com preços globais mais altos. No segmento de fosfato, a receita cresceu 35%, para US$ 485 milhões, e o Ebitda ajustado recuou 7%, para US$ 57 milhões.

A companhia destacou que o conflito no Oriente Médio e a incerteza geopolítica associada afetaram os mercados globais de fertilizantes e energia, com impacto mais direto sobre a oferta de nitrogênio e fosfato da região, além dos custos e da disponibilidade de matérias-primas relacionadas.

Nos Estados Unidos, a Nutrien manteve a estimativa de área plantada com milho entre 38 milhões e 38,85 milhões de hectares. Para a soja, a previsão ficou inalterada entre 34 milhões e 34,80 milhões de hectares. "Observamos uma demanda saudável por insumos agrícolas nos primeiros quatro meses de 2026, em linha com nossas expectativas anteriores, sustentada pelo avanço acima da média do plantio e pela necessidade de recompor os nutrientes do solo após a safra recorde do ano passado", afirmou a empresa.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

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