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Ações da Petrobras abrem em queda de mais de 13%

SÃO PAULO - As ações da Petrobras abriram em queda de 13% nesta quinta-feira. O tombo reflete . Os papéis PN, preferenciais, sem direito a voto, operam em queda de 13,19% e as ações ON, ordinárias, com direito a voto, perdem 13,70%. A baixa da estatal pressiona o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, que perdeu o patamar dos 80 mil pontos. Perto das 10h30, o Ibnovespa caía 1,73%, aos 79.462,11 pontos.

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O analista Guilherme França Esquelbek, da Correparti, diz, em relatório, que o mercado seguirá atento às negociações entre o governo e os caminhoneiros, que pode por fim às paralisações e reduzir o risco de um desabastecimento para a população.

Analistas da XP Investimentos avaliam que a independência da Petrobras frente ao governo foi questionada com o anúncio de ontem.

— A questão mais importante será qual o novo nível de prêmio dos preços domésticos de combustíveis sobre os referencias internacionais a ser mantido pela empresa depois desta janela de 15 dias — dizem, em análise de mercado.

Na quarta-feira à noite, após o anúncio da Petrobras sobre a redução do preço do diesel, os papéis da estatal negociados na Bolsa de Nova York chegaram a cair mais de 13% nas negociações do , após o pregão oficial. Às 14h de hoje está marcada uma reunião entre a associação brasileira de caminhoneiros (Abcam) e o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha. Nesta quarta-feira, a Câmara dos Deputados votou um projeto de Lei que zera o PIS/COFINS do diesel pelo resto do ano, o que ainda precisa ser aprovado pelo Senado e sancionado pelo presidente Michel Temer. Se aprovado, ajudaria a aliviar a pressão sobre a Petrobras.

No mercado de câmbio, após , o dólar abriu nesta quinta-feira em alta. A moeda americana avançava 0,68% logo após a abertura, para R$ 3,651.

Nesta quarta-feira, o dólar fechou em retração depois da divulgação da ata do último encontro de política monetária do Federal Reserve (Fed), o banco central dos Estados Unidos. No documento, a maioria dos membros da autoridade monetária avaliou que “provavelmente em breve” seria apropriado uma alta adicional nos juros, em linha com o que já esperavam os agentes de mercado.

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