Uma árvore majestosa que pode atingir 50 metros de altura, o Piquiá concentra-se nas terras firmes da região do rio Amazonas e está sendo estudado para produção de cremes para o combate à celulite.
Pesquisas da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) já indicara o potencial da casca deste fruto da com propriedades antioxidante e anti-inflamatórias até maior que o da copaíba.
Os estudos mostram que o Piquiá da Amazônia penetra na pele tratando as imperfeições causadas pela celulite.
O fruto carnudo, semelhante ao Pequi, que é comestível depois do cozido e bastante apreciado pela população tradicional da Amazônia, pode ser consumido acompanhado de farinha de mandioca, feijão, cozido de carne e arroz.

