Um sal verde, com três vezes menos cloreto de sódio, capaz de combater o colesterol elevado, evitar o envelhecimento e até tumores são algumas das qualidades do sal obtido de uma encontrada em regiões litorâneas de Santa Catarina (SC).
O pó extraído da espécie Sarcocornia ambigua vem sendo alvo de pesquisas pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), buscam fórmulas para permitir a comercialização da planta que é indicativo para a saúde.
O que já foi divulgado na imprensa local daquele estado, o chamado sal verde é um pó que lembra a cor do orégano. O fato de conter três vezes menos cloreto de sódio é importante porque essa substância, presente no sal marino, é um dos vilões da pressão alta.
Há 10 anos essa planta foi descoberta e os pesquisadores da UFSC estudam como ela poderia produzir sal em escala comercial. Há registros da Sarcocornia ambigua em vários áreas do litoral daquele estado.
O fato de estar numa região de transição entre mangue e mar pode explicar o sabor salgado do pó extraído. O grande desafio, de acordo com os pesquisadores, é descobrir onde plantar a espécie em quantidade para atender uma escala comercial e chegar ao mercado.

