Manaus/AM - Comparado à uma muralha, o goleiro Dominik Livakovic, que ajudou a Croácia a não tomar gols, foi um dos principais destaques do time. Isso porque ele agarrou muitos chutes a gol do Brasil durante o jogo, assim como nos pênaltis, que quase não deixou a bola entrar na rede.
O arqueiro croata fez ótimas defesas no tempo normal, salvou uma bola nos acréscimos da prorrogação — que terminou 1 a 1 —, levando a partida para os pênaltis. Ele ainda defendeu a cobrança de Rodrygo, a primeira da série, dando tranquilidade aos companheiros, que não erraram — 4 a 2 para a Croácia nos pênaltis.
O goleiro de 27 anos é de uma família influente na Croácia. Seu avô paterno foi médico, o pai do jogador, engenheiro e foi ministro da Infraestrutura. Além de médico, o avô de Livakovic era um apaixonado por basquete, e sócio de um clube da modalidade na cidade de Zadar, onde o goleiro nasceu.
Ele ainda chegou a jogar basquete antes de definir sua preferência pelo futebol e também chegou a querer ser diplomata. Dominik Livakovic é recém-casado. Em junho, ele se casou com a designer industrial Helena Matic, na Catedral de Santa Anastasia, em Zadar, na Croácia.

