Durante uma reunião no Ministério da Justiça nessa segunda-feira (11), o Twitter, plataforma adquirida pelo bilionário Elon Musk, causou espanto nas autoridades brasileiras.
Na ocasião, uma advogada da empresa chegou a dizer que um perfil com foto de assassinos de crianças não violava os termos de uso da rede e que não se tratava de apologia ao crime.
O posicionamento da advogada causou não só espanto no governo como nos próprios profissionais das outras redes sociais.
A partir do posicionamento da rede, o ministro da Justiça, Flavio Dino, e a assessora responsável pelo tema no ministério, Estela Aranha, subiram o tom contra a rede e rebateram a posição da profissional.
Os dois se mostraram indignados com o posicionamento descompromissado e pouco colaborativo da rede, segundo manifestação de três pessoas que estiveram na reunião. Os perfis, elencados pelo governo, mostravam não só imagens de crianças agredidas, como ameaças e músicas enaltecendo ataques a escola. Mas o Twitter ignorou as colocações.

