RIO — A Primeira Turma do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) manteve, nesta quarta-feira, a prisão preventiva do contraventor Carlos Augusto de Almeida Ramos, conhecido como Carlinhos Cachoeira. O bicheiro, que cumpre prisão domiciliar desde agosto de 2016, é réu em uma ação penal, acusado de participar de um esquema de lavagem de verbas públicas.
No pedido de habeas corpus, a defesa de Cachoeira argumento que não é mais necessário manter a prisão preventiva, já que a fase de produção de provas já terminou. A procuradora regional da República Mônica de Ré, contudo, apresentou um parecer afirmando que a “a prisão cautelar deve ser mantida, pois o contexto de sua decretação não se alterou”. O relator do processo, desembargador federal Abel Gomes, considerou que a gravidade das denúncias justifica a manutenção da prisão
O tribunal também rejeitou um habeas corpus do bombeiro Pedro Ramos de Oliveira, ex-assessor pessoal do ex-governador Sérgio Cabral, e réu em um dos processos da Operação Calicute. A defesa dele havia pedido a transferência de seu caso da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro e o trancamento da ação penal.
