O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, voltou a falar sobre o termo de responsabilidade que os brasileiros teriam que assinar ao receber a dose da vacina contra o coronavírus.
Pazuello explicou que o documento só será aplicado em caso de uso emergencial de vacina, mas se as mesmas passarem pelo crivo da Anvisa antes e forem aprovadas por ela, nisso não será necessário.
“Uso emergencial não é campanha de vacinação. Apenas grupos prioritários voluntários são vacinados nessa condição. E, claro, essas vacinas ainda não foram registradas. Por isso, o termo pode ser exigido”, afirmou durante a apresentação do plano de vacinação.
O ministro explica ainda que o termo foi pensado por conta dos eventuais efeitos colaterais que as pessoas que a recebessem poderiam apresentar. Ele defendeu ainda que no Reino Unido um documento semelhante está em uso. O país já começou o processo de vacinação fazendo uso do imunizante da Pfizer.

