O soldado da policial militar João Batista Manuel Junior, que é réu pela morte de Mateus Henrique Reis Lima, de 14 anos, em outubro de 2022, foi liberado pela Justiça para trabalhar de tornozeleira eletrônica em Diadema, São Paulo.
Detido no Presídio Militar Romão Gomes desde novembro do ano passado, o PM foi permitido pela Justiça a voltar ao serviço no dia 15 de julho.
Ele só pode trabalhar em serviços internos e não pode ter contato com nenhuma pessoa relacionada ao caso, como peritos e testemunhas.
A Secretaria de Administração Penitenciária confirmou que a tornozeleira eletrônica foi cedida ao soldado.
No dia do crime, Mateus e outro jovem estavam roubando uma motocicleta quando o PM, que estava de folga, passou pelo local.
A versão do policial diz que o PM João perseguiu os adolescentes que fizeram menção que iriam atirar nele, mas ele quem revidou, fazendo com que a dupla colidisse contra um muro. Mateus morreu no acidente e outro jovem ficou baleado.
O PM alegou ter atuado de forma proporcional e cuidadosa.

