De acordo com a Polícia Civil, as investigações apontaram que o grupo integra a organização criminosa de Luís Antônio da Silva Braga, o Zinho, preso no final do ano passado. Ele era considerado pelas autoridades o líder miliciano mais procurado do Estado do Rio de Janeiro, e estava foragido desde 2018. O miliciano foi transferido para um presídio federal em fevereiro.
Zinho ficou conhecido por dominar a zona oeste da capital fluminense, lucrando em cima de prestação de serviços clandestinos e ilegais, como a venda irregular de sinais de TV a cabo, licenças para serviços de transporte, venda de gás e cobrança de taxas de segurança dos pequenos comerciantes.
A Polícia Civil informava que os nove eram monitorados há meses e foram interceptados em quatro carros. Com os milicianos, os agentes apreenderam fuzis e coletes balísticos.
Durante a ação, houve confronto: seis milicianos ficaram feridos e foram encaminhados à unidade hospitalar. De acordo com o G1 , tratou-se de tiroteio. A Polícia Civil não confirmou essa informação, e a Polícia Rodoviária Federal não respondeu às perguntas do Estadão .

