Lula disse ser contra o aborto, mas reafirmou que o tema é de saúde pública. "O projeto apresentado não era projeto, era uma carnificina contra as mulheres", declarou. "Porque, na verdade, ele estava criminalizando a vítima." Lula também disse dar "graças a Deus" em relação à manifestação de setores da sociedade civil contra o projeto.
Por decisão do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), o assunto será discutido por meio de uma comissão representativa com os deputados antes de ir à votação no plenário.
O grupo deve ser formado em agosto deste ano. O projeto já teve requerimento de urgência aprovado e, portanto, não precisa da aprovação em comissões temáticas.



