De acordo com as entidades, cidades do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Pernambuco e Amazonas também enfrentam a suspensão de consultas. A Federação Nacional dos Médicos (Fenam) informou que os atendimentos de urgência e emergência estão mantidos em todos os locais.
Este é o segundo dia de protestos. Na terça, 30, profissionais, residentes e estudantes paralisaram suas atividades em 18 Estados e no Distrito Federal. O Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (SIMERS) acredita que, na terça, a adesão no Estado foi de 100%.
A categoria é contra o programa Mais Médicos (que entre outras medidas prevê a contratação de profissionais estrangeiros sem a revalidação dos diplomas) e os vetos que a presidente Dilma Rousseff fez à lei do Ato Médico, que regulamenta o exercício da profissão.
Além da paralisação, algumas capitais têm manifestações marcadas para o final desta tarde. Em São Paulo, os médicos devem protestar na Avenida Paulista e na rua da Consolação, na região central da cidade.



