Início Brasil Para proteger animais, Câmara de Campinas aprova lei que proíbe fogos com som
Brasil

Para proteger animais, Câmara de Campinas aprova lei que proíbe fogos com som

Envie
Para proteger animais, Câmara de Campinas aprova lei que proíbe fogos com som
Para proteger animais, Câmara de Campinas aprova lei que proíbe fogos com som
Envie

Para proteger idosos, crianças e animais, a Câmara de Vereadores de Campinas aprovou, nesta quarta-feira (30), por unanimidade, o projeto de lei que proíbe a soltura de fogos de artifício e rojões com efeitos sonoros.

Caso a lei seja sancionada pelo prefeito, Jonas Donizette (PSB), Campinas passará a permitir apenas a soltura de fogos visuais, que trazem luzes e cores, sem estampidos. A lei valerá para locais públicos e privados, sejam abertos ou fechados, e prevê multa de 200 Ufics (Unidades Fiscais de Campinas), o equivalente a R$ 620,12, a quem desrespeitá-la.

O valor será dobrado em caso de reincidência.

Segundo o vereador Paulo Bufalo (PSOL), autor do projeto, a exemplo de Ubatuba, no litoral de São Paulo, onde uma lei semelhante vigora desde março deste ano, a ideia é acabar com a poluição sonora, mas ao mesmo tempo atender às expectativas dos que esperam pelo espetáculo, principalmente durante grandes festas como Réveillon e finais de campeonatos.

A proposta vai ao encontro de uma solicitação antiga de ativistas e protetores dos animais, que acompanharam a votação na quarta-feira, mas também visa o bem-estar de idosos, doentes e crianças com autismo.

Segundo o parlamentar, a proposta inicial considerava apenas os problemas que o barulho traz aos animais, mas conforme as discussões foram ocorrendo, "várias entidades e associações de pais de crianças autistas e idosos passaram a apoiar o projeto, que foi ganhando força e acabou sendo aprovado por unanimidade".

O projeto veio para complementar a legislação, já existente, que proíbe a comercialização e a instalação de indústrias do ramo no perímetro urbano da cidade. A prefeitura informou que o projeto será analisado pelas áreas responsáveis, inclusive no que diz respeito à fiscalização, e deve ser sancionado ou vetado em até 15 dias. Fonte: UOL.

Siga-nos no

Google News