O suspeito de ter matado um padre que desapareceu na tarde de terça-feira (13), e foi encontrado carbonizado em uma Zona Rural em Minas Gerais, foi preso no mesmo estado após ter confessado o crime.
Segundo um site do Sistema Globo, a vítima era Adriano da Silva Barros, e tinha 36 anos, quando saiu para visitar a mãe e desapareceu. No início da noite de quarta-feira (14), a polícia foi acionada por um morador do Córrego Pirapetinga, em Manhumirim, ao perceber que havia um fogo no seu terreno e, ao chegar para apagar, encontrou o corpo carbonizado. A perícia foi ao local e constatou que no corpo do padre havia marcas de faca.
Ao ser preso, teria contado detalhes do caso: “Ele disse que matou o padre durante uma discussão, quando tentou extorquir da vítima um determinado valor em dinheiro sobre o argumento que mantinha uma relação amorosa com a vítima e exigia dinheiro dela para não divulgar essa relação”, disse o delegado chefe regional, Carlos Roberto Souza da Silva”.
Entretanto, a polícia trata como latrocínio, já que sumiram pertences e dinheiro de Adriano.


