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Ministro da Saúde recusa a falar sobre cloroquina e causa polêmica na CPI

Ministro da Saúde recusa a falar sobre cloroquina e causa polêmica na CPI
Ministro da Saúde recusa a falar sobre cloroquina e causa polêmica na CPI

Durante a sabatina do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, um bate-boca polêmico se iniciou entre membros da CPI depois que ele se esquivou de responder se compartilhava da opinião do presidente de recomendar o uso da cloroquina para o tratamento da covid-19.

Por várias vezes os senadores Renan Calheiros e Omar Aziz questionaram o ministro, mas ele apenas respondia que “essa é uma questão de natureza técnica” e que não podia opinar:

“Eu peço que os senhores entendam a minha posição de me manifestar no momento correto, eu não posso me manifestar agora. Essa é uma questão de natureza técnica que será analisada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologia no SUS (Conitec)”, não posso fazer um juízo de valor”, disse Queiroga.

O presidente e o relator insistiram e perguntaram se ele como ministro e médico recomendaria o uso da substância, mas Queiroga insistiu em fugir da pergunta e provocou um rebuliço na casa:

“O senhor está aqui na condição de testemunhas e não pode se negar a responder as perguntas”, disse o presidente Omar Aziz. Os senadores começaram a discutir entre si sobre se a questão cabia ou não à Comissão e para que a sessão não fosse cancelada, Aziz decidiu seguir em frente.

O ministro também foi questionado sobre as medidas tomadas por ministros anteriores frente à pandemia, mas também preferiu não se comprometer:

“Só posso responder pelos 45 dias que estou à frente do ministério, não cabe a mim avaliar os meus antecessores”, afirmou.

 

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