Questionado por membros da CPI sobre os caminhos para combater a pandemia no Brasil, o ministro Marcelo Queiroga foi contra as orientações propagadas por Bolsonaro e pontuou as medidas restritivas como a “arma mais eficaz” contra o coronavírus:
“As medidas não farmacológicas como o uso de máscaras, distanciamento social, higienização das mãos são simples, mais eficaz”.
Queiroga disse ainda que tem se empenhado para agilizar a vacinação no país e que está trabalhando para melhorar o sistema de saúde.

