Em Campinas (SP), pelo menos 300 manifestantes iniciaram uma passeata pelas ruas do centro da cidade. O grupo partiu da Estação Cultura, por volta das 9h30. Eles devem fazer um primeiro ato em frente à Catedral Metropolitana. Em dia de protestos pelo País, ônibus e metrô também pararam em Belo Horizonte.
Ainda em São Paulo, um grupo de pessoas ligadas ao Movimento Passe Livre (MPL) está reunido em frente ao Paço Municipal de São Bernardo do Campo, para dar início a um ato de apoio ao protesto organizado por sindicalistas do setor de transportes da região. Às 11horas, os manifestantes vão iniciar a marcha rumo ao Consórcio Intermunicipal, uma espécie centro de discussões políticas da região metropolitana, localizado em São Bernardo.
Na capital, mesmo com metrô e ônibus em funcionamento, há 21 pontos de protestos nas ruas. Um deles reúne um grupo de cerca de 200 aposentados que, por volta das 10 horas, subia a Avenida Brigadeiro Luis Antônio, no sentido da Avenida Paulista. Segundo a PM, não há prejuízos ao trânsito.
Cerca de 500 motoboys deixaram perto das 10h30 a sede do sindicato da categoria, na zona sul, rumo à Avenida Paulista. Na saída, os motoqueiros ocuparam quatro faixas da Avenida dos Bandeirantes. A PM acompanha essa manifestação.
No Rio de Janeiro, trabalhadores em protesto por melhores condições de vida interditaram um trecho da BR 493, na altura de Itaguaí, região do Grande Rio, por volta das 6h30. Convocada pelo Sindicato dos Metalúrgicos, a manifestação ocupava um acesso ao Porto de Itaguaí, mas foi dissipada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) uma hora depois. Funcionários que chegavam de ônibus para trabalhar na Nuclebrás Equipamentos Pesados chegaram a ser impedidos de entrar pelos manifestantes, que atearam fogo em pneus para obstruir a passagem dos veículos. Mas a situação já se normalizou, segundo informou nesta manhã a PRF. (Ricardo Chapola, Roberta Pennafort, Tiago Dantas, Luciano Bottini e Ricardo Brandt)


