Em seu primeiro pronunciamento, o ex-presidente Lula falou sobre a anulação de suas condenações, citou o ex-juiz Sergio Moro e classificou os procuradores da Lava Jato como 'quadrilha'.
"Anteontem, foi um dia gratificante. Eu sou agradecido ao ministro Fachin porque ele cumpriu uma coisa que a gente reivindicava desde 2016. A decisão que ele tomou tardiamente, 5 anos depois, ela foi colocada por nós desde 2016", disse.
E continuou: "A gente cansou de dizer, a inclusão do Lula e a inclusão da Petrobras na vida do Lula como criminoso era a razão pela qual a quadrilha de procuradores da Lava Jato, não o Ministério Público, a quadrilha de procuradores da força-tarefa e o Moro entendeu que a única forma de me pegar era me levar para a Lava Jato, porque eu já tinha sido liberado em vários outros processos fora da Lava Jato, mas eles tinham uma obsessão porque eles queriam criar um partido político".
Ele ainda alfinetou Moro: 'Deus de barro não dura muito tempo. Tenho certeza de que, hoje, eles devem estar sofrendo muito mais do que eu sofri. Eles (Moro e Dallagnol) estão sofrendo porque sabem que erraram”.



