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Justiça mantém prisão de ex-marido que matou juíza a facadas em parque

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Justiça mantém prisão de ex-marido que matou juíza a facadas em parque
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A Justiça do Rio de Janeiro aceitou nesse sábado (2) a denúncia do do Ministério Público contra Paulo José Arronenzi pelo assassinato de sua ex-esposa, a juíza Viviane Vieira do Amaral Arronenzi.

Na decisão, o magistrado também confirmou a conversão da prisão em flagrante em preventiva por conta do "perigo gerado pelo estado de liberdade do imputado".

O assassinato de Viviane foi à luz do dia em uma movimentada avenida da Barra da Tijuca, bairro da zona oeste da cidade do Rio de Janeiro. Câmeras de segurança instaladas nas proximidades filmaram o crime — na gravação, é possível ouvir os gritos das filhas do casal.

De acordo com o MP, a juíza foi "atacada de surpresa quando descia do carro enquanto levava as filhas ao encontro do denunciado" e o crime foi planejado em razão dos problemas financeiros do acusado, que não trabalha e dependia da ex-mulher.

Paulo foi detido por guardas municipais que estavam no local e não ofereceu resistência, tendo sido encaminhado à Delegacia de Homicídios da Capital, na Barra da Tijuca. Em 2007, uma ex-namorada do engenheiro registrou um boletim de ocorrência contra ele queixando-se de importunação após o fim do relacionamento.

 

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