A Justiça Federal prorrogou o contrato de mais de 1,7 mil médicos cubanos, que atuavam pelo programa Mais Médicos, por mais um ano. A decisão é do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, assinada pelo desembargador Carlos Augusto Pires Brandão.
A decisão ocorre após a Justiça acatar um pedido da Associação Nacional dos Profissionais Médicos Formados em Instituições de Educação Superior Estrangeiras e dos Profissionais Médicos Intercambistas do Projeto Mais Médicos para o Brasil.
Para Brandão, há extrema importância na atuação dos médicos por meio do programa devido a carência que existe nas regiões mais vulneráveis. Além disso, pode ser considerada a colaboração dos profissionais na Terra Yanomami, onde foi decretada uma crise sanitária.
"O Programa Mais Médicos para o Brasil permite implementar ações de saúde pública de combate à crise sanitária que se firmou na região do povo indígena Yanomami", disse o desembargador.

