Cerca de 96 prefeitos, eleitos em 2020, tiveram os mandatos cassados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por irregularidades. Entre as principais causas da perda do mandato estão o cumprimento da Lei da Ficha Limpa, a compra de votos e o abuso de poder econômico e político.
Segundo o levantamento do jornal O Globo, as irregularidades que levaram à inelegibilidade dos candidatos passaram pela rejeição de contas de governos anteriores, condenações por improbidade administrativa, danos ao Erário e penas criminais, além do uso irregular dos meios de comunicação.
Ainda segundo o levantamento, o MDB e o PSDB foram os partidos com mais prefeitos que perderam mandatos: ao todo, 14 cada. Em seguida estão o PL e PSD, com 11 cada; PP, dez; seguido pelo antigo DEM, com oito; Republicanos e PDT, com cinco cada.
Já entre os estados que lideram o ranking de mandatos cassados, São Paulo está em primeiro lugar com 20 prefeitos, Rio Grande do Sul com dez, Minas Gerais com oito e Santa Catarina, Ceará, Pernambuco e Rio de Janeiro com cinco cada.

